HOME OFFICE NO PÓS-PANDEMIA (26/6,12hs)

PARTICIPE: HOME OFFICE NO PÓS-PANDEMIA DA CONVID-19

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E….de repente….Go home! Ou Home Office! Foi o que muitas organizações tiveram que decidir e dizer aos seus colaboradores quando as diretrizes sanitárias estabeleceram a estratégia de distanciamento social com o início da pandemia da COVID-19. No mundo do trabalho esta foi a solução para os serviços não essenciais que, em primeira instância, poderiam ser executados nos domicílios dos colaboradores e entregues por meios digitais, utilizando-se também meios de comunicação telefônica e digital com chefias, pares, clientes e fornecedores.

Deste primeiro momento de Go home! podem-se observar resultados positivos e negativos. Uma pesquisa realizada pela Cushman & Wakefield aponta que:

…para 85% dos executivos, a experiência do trabalho remoto tem mais pontos positivos do que negativos. Depois de semanas trabalhando em casa, 73,8% das empresas pretendem instituir o home office como prática definitiva no Brasil após a pandemia do novo coronavírus. Esta pesquisa ouviu 122 executivos de multinacionais que atuam no país. O curioso é que antes do isolamento social 42,6% das empresas nunca tinham adotado a prática e, em 23,8% das companhias, o home office não passava de uma possibilidade em análise1.

Mas os efeitos deletérios também estão presentes neste cenário. O website da Revista Forbes aponta para os riscos de burnout e agravamento de questões de saúde mental pré-existentes, seja de profissionais autônomos ou mesmo daqueles com empregos fixos que se submetem a ambiente físico e social não adequados no domicílio, bem como a uma rotina mal administrada que não permite a contemplação do desempenho ocupacional equilibrado em todas as suas áreas, conforme descritas pela Associação Americana de Terapia Ocupacional3.

E no período pós-pandemia (que ainda nem sabemos exatamente quando se iniciará) como é que as organizações podem dar um passo para trás e “colocar a lupa” na situação de home office de cada um de seus colaboradores a fim de avaliar adequações e inadequações, riscos, perdas e ganhos para ambos os lados? E, em finalizando o diagnóstico situacional, como adequar a questão de uma forma que seja possível de acordo com a realidade de cada organização?

Para responder a estas questões, a Mantris – Gestão em Saúde Corporativa4 convidou a Terapeuta Ocupacional e Consultora de Gestão em Saúde, Júnia J. Rjeille Cordeiro, da Sistematize Serviços5 para auxiliar gestores de recursos humanos e demais interessados a colocarem a lupa sobre o tema e mudarem o cenário de forma a valorizar o capital humano com sustentabilidade e levando em consideração os impactos de suas ações na coletividade, tendo por base os princípios da Ocupação Humana.

Serviço:

LiveHome Office no Pós-Pandemia – como diagnosticar a situação instalada durante a pandemia e se preparar para os ajustes possíveis no futuro próximo.

Link para acesso: https://lnkd.in/dz-yjAH

Senha: 627445

Referências:

1https://exame.com/carreira/home-office-definitivo-para-74-das-empresas-no-brasil-a-resposta-e-sim/

2 https://forbes.com.br/carreira/2019/03/4-dicas-de-saude-mental-para-trabalhadores-remotos/

3AMERICAN OCCUPATIONAL THERAPY ASSOCIATION. Occupational therapy practice framework:  Domain and process 3rd ed. Am. J. Occup. Therapy. v. 68 (Supplement 1) 2014.  S1-S48.

4www.mantris.com.br

5www.sistematize.com.br

Júnia J. Rjeille Cordeiro

Sócia-Consultora da Sistematize Serviços

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Fernando Cembranelli  fernando@hihub.tech

CEO HIHUB.TECH🌎Health Innova HUB

Sobre Fernando Cembranelli

CEO e Founder do Health Innova HUB, Ecossistema Digital de Inovao em Sade. Mdico formado pela UNIFESP, com Residncia Mdica, em Administrao Hospitalar, pelo Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina da USP e MBA com foco em Healthcare Management pela Duke University Foi Co-fundador do EmpreenderSade, Gerente do Centro de Inovacao do Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina da USP e Partner da Live Healthcare (Portal Sade Business, Sade Business Frum e Healthcare Innovation Show).

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