As lições aprendidas com Dr. Sérgio Petrilli do GRAACC

No último dia 07/12 (quinta-feira), durante o 1° dia do curso de Empreendedorismo e Inovação em Saúde, tivemos a honra de visitar o GRAACC e conversar com o Dr. Sérgio Petrilli.

A conversa de quase 2 horas foi extremamente impactante e trouxe à tona diversos assuntos relevantes e que precisam ser debatidos.

 

Chances desiguais

Dr. Petrilli demonstrou que desde o primeiro momento sua intenção com o GRAACC era levar assistência de qualidade para quem precisasse, independente de suas condições sócio-econômicas.

Sua principal referência inicialmente foi o Hospital Saint Jude, que possui até hoje uma política muito transparente de monetização com base em diversos apoios, assim como doações e empresas/órgãos parceiros.

GRAACC

Alianças

Para que a iniciativa crescesse, o GRAACC entendeu que precisaria de alianças com frentes de impacto na sociedade. Assim, uniu Famílias, Associações de Pais e Voluntários como um braço humanitário e de engajamento da comunidade.

Também conseguiu unir Profissionais de Saúde com forte atuação na Unifesp, Instituições de renome, como McDonalds e Bancos, e a Sociedade, com doações, formando um braço forte de arrecadação e, de certa forma, investimento.

Com essas frentes consolidadas, o IOP – Instituto de Oncologia Pediátrica teve um crescimento enorme, podendo auxiliar cada vez mais crianças, aumentando o complexo e se tornando referência no Brasil.

GRAACC

 

Evento: Pacientes Digitais e a Era do Empoderamento!

No próximo dia 08/11, as 19h, no Regus Continental Square , Eduardo Caminada  e Fabiana Couto farão um debate acerca do novo paciente: o Paciente Digital.

Durante esse bate-papo, ambos abordarão os prós e possíveis contras desse novo paciente, além de descrever perspectivas e aprofundar a temática em relação aos seus cotidianos.

PARTICIPE! INSCREVA-SE AQUI!

Durante uma conversa, Eduardo Caminada respondeu algumas questões sobre esse novo paciente:

 

  • Quais as diferenças do paciente digital para o paciente tradicional?

Com o advento da internet e das mídias sociais, o paciente digital está mais conectado e em contato com o que a tecnologia pode trazer de benefício ao seu tratamento; desde pequenos recursos como por exemplo aplicativos que o ajudam a gerenciar sua condição, como também recursos e dispositivos que necessitem de apoio e envolvimento direto dos profissionais de saúde para auxiliá-lo na busca de resultados melhores.

 

Foto Final Clínica do Amanha

  • Como o médico deve se atualizar para esse novo paciente?

Na verdade o médico deve se atualizar para o novo mundo, onde a tecnologia faz parte dele e o paciente está diretamente inserido nesse contexto. O médico precisa acompanhar o crescimento e desenvolvimento da tecnologia em sua área para que seja sempre um profissional que esteja visível e mais próximo dos recursos disponíveis ao tratamento para poder auxiliar seus pacientes de forma mais efetiva.

 

  • Qual a relação do paciente digital com o empoderamento dele?

O paciente digital está mais próximo do conhecimento e isso faz com que ele seja um agente ativo no processo. Assim ele sai do papel passivo ou receptivo e em colaboração com seu médico, passam a discutir novas formas de tratamento, utilizando inclusive recursos digitais que possam beneficiá-lo.

Dessa forma, ele traz uma amplitude maior para seu tratamento, pois, através da internet e redes sociais, por exemplo, ele é capaz de oferecer e receber apoio, informação do dia a dia, e trocas de experiências, o que o torna mais empoderado para assumir a responsabilidade pela sua saúde.

 

Essas  e outras questões serão discutidas durante o evento, que acontecerá no espaço  Regus Continental Square, no dia 08/11 das 19h às 21h.

PARTICIPE! INSCREVA-SE AQUI!

Regus Continental Square
Endereço: Rua Olimpíadas, 205 – 4 andar – Vila Olimpia.

 

Participe do nosso Curso: Empreendedorismo e Inovação em Saúde, que acontecerá nos dias 7,8 e 9 de Dezembro, em São Paulo. O curso teórico-prático incluirá visitas à excelentes empreendedores e startups de São Paulo e aulas com alguns dos maiores empreendedores e inovadores em saúde do país.

FAÇA PARTE DA TRANSFORMAÇÃO!

faixa-curso-empreendedorismo-saude

A Inovação nos Hospitais e as Referências para o Brasil!

Quando falamos em inovação no Brasil, em raras situações citamos hospitais como agentes de mudança. Muitas vezes os hospitais do país que promovem algum tipo de transformação realizam tal tarefa por conta de algum incentivo ou pela concorrência existente.

Parte das inovações implementadas no Brasil vem do exterior e são adaptadas a nossa realidade.

Novas ideias estão surgindo de startups, que encontram um ambiente com poucos incentivos no país.

Quando comparamos com os EUA, visualizamos cenários completamente diferentes.

Startups, hospitais e grandes corporações tem investido massivamente em inovação. Isso reflete no mercado e na sociedade, já que aumenta a corrida por inovação e melhora as entregas ao paciente.

 

Hospital como Agente Transformador

Um bom exemplo de como empreendedorismo inovador já é uma realidade dentro de hospitais norte-americanos é a Mayo Clinic Center for Innovation.

Mayo

Localizada em Rochester, Minnesota, a Mayo Clinic é referência quando buscamos design de serviços atrelado ao cotidiano do cliente.

Designers e administradores da Mayo Clinic visam mudar a distribuição de cuidados de saúde, concentrando-se na experiência humana para identificar as necessidades de design.

O centro de inovação colaborou com vários departamentos da Mayo em múltiplas iniciativas de inovação, incluindo esforços para transformar o design de salas e um programa de telemedicina denominado eConsults, que usa tecnologia audiovisual para interações de provedor de pacientes em tempo real e elimina a necessidade de visitas de acompanhamento.

Além disso, o centro hospeda uma conferência anual de inovação de saúde de dois dias chamada Transform, que reúne provedores, designers, empresários e muito mais para colaborar e compartilhar informações que possam ajudar a estimular a mudança na experiência de entrega de saúde.

 

Outro exemplo de inovação dentro de hospitais é o Sutter Health Design & Innovation, localizado em Sacramento, na Califórnia.

Nesse hospital, a administração entendeu que o grande diferencial deve ser a questão humana, antes mesmo da tecnologia, criando uma área focada em humanização e holística, direcionando o hospital para entregas simples, engajantes e humanas.

Mayo

Aproveitando a empatia, a análise e a criatividade para desenvolver novas soluções de entrega de cuidados de saúde, a equipe de inovação engloba designers de serviços e usuários, bem como cientistas de dados e desenvolvedores de software.

A equipe Sutter Health Design & Innovation criou o aplicativo JointCare, projetado para auxiliar os pacientes com preparação e recuperação total de joelho, oferecendo ferramentas como regimes de exercícios e rastreamento de progresso. A equipe de inovação também lançou uma conversa on-line sobre como aprimorar a experiência de fim de vida, reunindo mais de 300 idéias de indivíduos em 90 países.

(fonte: http://bit.ly/2yK6cpv)

A Realidade do Brasil

O intra empreendimento em hospitais é frequente fora do Brasil. Ao olharmos para o nosso país, vemos iniciativas e projetos sólidos já em andamento, mas ainda existe uma escassez enorme de iniciativas concretas, que entendam que o hospital precisa de união no momento de redefinir processos e serviços.

Muitas iniciativas são pouco embasadas, acarretando gasto e desperdício de tempo. Outras, são focadas em setores de maior receita no hospital, dificultando o compromisso dos colaboradores que transitam em diferentes setores. Algumas iniciativas visam implementar soluções de startups, porém poucas vezes essas soluções estão completas ou possuem validação científica.

Entender como os hospitais norte-americanos vem trabalhando a inovação e o design thinking pode auxiliar o Brasil em sua trajetória de renovação do setor, desmistificando o conservadorismo que permeia o setor da saúde no Brasil.

 

Empreendedorismo e Inovação em Saúde! Participe!

O curso de Empreendedorismo e Inovação em Saúde será um marco para os participantes. Abordaremos as questões acima, mas também os avanços da saúde digital, empreendedorismo como referência e inspiração, prototipagem e outros tópicos que você pode conferir AQUI!

PARTICIPE!

Captura de Tela 2017-10-18 às 12.34.01

 

Obrigado,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

 

 

 

A Invasão da Inteligência Artificial na Saúde!

Embora o uso da inteligência artificial (IA) nos cuidados de saúde ainda esteja em um nível prematuro, os investidores e estudiosos da área são bastante otimistas sobre como as plataformas de AI poderiam ser incorporadas no futuro para melhorar o atendimento ao paciente.

Um estudo de 2016 do centro de pesquisa de mercado Frost & Sullivan, revelou que o mercado de AI relacionado com cuidados de saúde deverá atingir U$6,6 bilhões em 2021, representando uma taxa de crescimento anual de 40%.

Intelignciaartificial

O estudo observou especificamente que “o apoio clínico da AI fortalecerá os processos de diagnóstico de imagens médicas. Além disso, o uso de soluções de IA para fluxos de trabalho hospitalares aumentará a prestação de atendimentos. No geral, a AI tem o potencial de reduzir os custos do tratamento em até 50%.”

Os pesquisadores confirmaram que a IA já está sendo impulsionada a um alto nível em outros setores, então é apenas uma questão de tempo antes de tal transformação chegar na saúde de forma sólida.

“Os sistemas de IA estão preparados para transformar a forma como pensamos sobre o diagnóstico e o tratamento da doença. Até 2025, os sistemas de AI poderiam estar envolvidos em tudo, desde gerenciamento de saúde da população até avatares digitais capazes de responder a consultas específicas do paciente. Em escala global, em regiões com baixa oferta de profissionais da saúde, espera-se que a AI desempenhe um papel significativo na democratização da informação e na disponibilização de recursos na área da saúde.”

 

Embora a ideia seja ter sistemas de AI aprendendo e compreendendo novas funções médicas e, por sua vez, capacitando os médicos para tomar melhores decisões baseadas em evidências no atendimento, existe uma discussão significativa sobre se o potencial da tecnologia é tão poderoso que poderia um dia substituir os médicos humanos.

Essa ideia permeia na área tecnológica, mas é pouco discutido no meio médico. Isso pois inúmeros protocolos devem ser enquadrados para que o sistema funcione em inteligência artificial. A questão, como levantada em outro artigo pela doc.ai, é agregar o médico e a IA, tornando o atendimento e a resolução do caso mais próxima da perfeição, repensando a UX tanto por parte do médico quando da tecnologia.

 

Como será a sua interação com a Inteligência Artificial?

Conte nos comentários!

 

Obrigado,

Felipe Ricci

Health Innova HUB Development Program

 

HIS 2017: Participe do melhor Congresso de inovação em saúde do Brasil! (25 e 26/10)!

O Healthcare Innovation Show (HIS) é o primeiro trade show de tecnologia e inovação focado no mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas com mais de 10 congressos, tendo enfoque nos diferentes segmentos da saúde.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos junto às principais associações e institutos.

Você não pode ficar de fora de um dos eventos-referência na área da saúde do Brasil!
Utilizando o código INNOVAHUB você garante 20% de desconto.

Utilize o código INNOVAHUB para 20% OFF!

Entre AQUI e garanta seu ingresso agora!

 

Confira a edição de 2016!

 

Utilize o código INNOVAHUB para 20% OFF!

Entre AQUI e garanta seu ingresso agora!

 

Obrigado,

Felipe Ricci

Health Innova HUB Development Program

Healthcare Trek: Lady Gaga, Pacientes 2.0 e as Doenças Crônicas na Era Digital!

Essa semana o Rock in Rio inicia sua série de shows, com grandes artistas do cenário nacional e internacional. Uma das principais atrações seria a Lady Gaga, pop star que ao longo de sua carreira acumulou polêmicas e fãs.

A mais recente “polêmica” está relacionada a sua saúde. Lady Gaga revelou que sofre de fibromialgia, e que devido ao quadro grave da doença, ela não poderia comparecer em seu show.

Gaga.jpg

 

O que é a fibromialgia?

A doença é caracterizada por dor generalizada persistente, por no mínimo três meses seguidos, acompanhada por fadiga crônica, ansiedade, depressão, distúrbios do sono, alterações intestinais e pontos dolorosos em regiões anatômicas bem definidas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), Aproximadamente 6 milhões de brasileiros sofrem deste mal, sendo as mulheres as mais afetadas.

Embora a causa da fibromialgia ainda seja um mistério, os médicos especialistas acreditam que os genes podem desempenhar um papel, informa a National Fibromyalgia Association. Eventos estressantes na vida da pessoa, como trauma físico ou cirurgia, também podem se correlacionar com sua dor crônica.

 

A doença da cantora levantou diversos questionamentos de quem a acompanha ou se deparou com a notícia acerca da doença. Tais questionamentos refletem um novo movimento na saúde, o Paciente 2.0, empoderando o paciente, que busca entender seu problema, suas soluções e encontrar um desfeixo junto ao médico, e não apenas com o médico.

O contexto e os paradigmas de mundo mudaram e na área da saúde não seria diferente. Atualmente temos um paciente totalmente conectado e a frequência com que ele interage com o médico de forma ativa em relação a sua saúde é cada vez maior. O paciente ao chegar no consultório já leu sobre os sintomas e traz possíveis hipóteses diagnósticas ou, tendo uma doença diagnosticada, é capaz de discorrer sobre características, prognósticos, tratamentos disponíveis, etc.

Game

 

A postura passiva tem diminuído drasticamente, e esse novo paciente assume o papel de protagonista da própria saúde. É questionador, quer dialogar com o médico e participar das decisões, fazendo a escolha mais adequada diante das necessidades e estilo de vida. É um comportamento que se encaixa perfeitamente nos conceitos contemporâneos de medicina individualizada e humanizada.

O Paciente 2.0 possui informação na palma da mão, o que facilita o entendimento da própria saúde. A Era Digital fortalece essa relação entre o paciente e seus problemas, e aciona um alerta para os médicos mais tradicionais, que precisam compreender esse novo paciente, interagir e criar laços mais humanos, transformando a relação passiva entre médico-paciente em uma relação ativa e humanizada.

Cabe aos pacientes buscarem informações em locais confiáveis, como portais acadêmicos e de organizações de saúde, priorizando dados verdadeiros. Ao médico, cabe interagir nessa busca, disponibilizando referências e destacando estudos que auxiliem o paciente na compreensão de seu problema, trazendo mais clareza e compreensão de ambos os lados.

healthcaretrak_semfiltro

MISSÃO DE SAÚDE AO VALE DO SILÍCIO 

Healthcare Trek 2017 é uma missão ao coração da transformação digital em saúde no Vale do , que irá levar um grupo de 20 transformadores em saúde para conhecer e interagir com os fundadores das startups digitais de saúde, que estão transformando o setor. Participaremos da Conferência Health 2.0, a maior Conferência de Startups em Saúde Digital do Mundo e teremos conversas transformadores com incríveis líderes em saúde de organizações como Stanford Biodesign, Startup HealthStack.

We are READY TO GO!

Participe!

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

 

HealthcareTrek: Como Big Data e Internet das Coisas vão impactar a Saúde Preventiva e transformar os Planos de Saúde?

Esse ano o CID (Centro de Inovação de Dados) dos EUA divulgou um relatório informando que o uso de dispositivos conectados é uma das características de uma sociedade inteligente, uma vez que a adoção da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) indica uma comunidade com alto nível de alfabetização técnica e interesse em usar dados para aumentar os fatores do estilo de vida.

“Essas tecnologias podem ser usadas para muitas coisas, incluindo monitoramento de estradas e pontes, automação de eletrodomésticos, monitoramento de saúde e fitness e melhoria da eficiência agrícola”, explica o relatório. “Aproveitar o potencial dos dispositivos inteligentes e os dados que geram para o bem econômico e social será uma oportunidade importante nos próximos anos”.

O setor de saúde liderou o desenvolvimento de IoT nos EUA, com wearables entre os dispositivos de consumo mais populares do mercado

 

Os dispositivos de grau médico, incluindo para acompanhamento de pressão sanguínea, monitores cardíacos e outros equipamentos de medição, também aumentaram rapidamente quando os pacientes buscam maneiras mais convenientes e eficientes de monitorar suas condições clínicas.

O desenvolvimento contínuo de dispositivos específicos de saúde é uma área lucrativa de interesse para provedores e fornecedores. Mas os sensores e dispositivos que monitoram fatores ambientais e o local de trabalho, por exemplo, também têm implicações importantes para a saúde.

A qualidade do ar e da água está claramente ligada à saúde e ao bem-estar da população, enquanto as métricas coletadas de sistemas de transporte, edifícios inteligentes, sistemas de energia e até mesmo smart TVs podem fornecer informações cruciais sobre os desafios, hábitos e experiências dos indivíduos à medida que aumenta a interação em suas rotinas.

big data.jpg

 

A coleta e o uso inteligente dos dados de IoT, combinados com uma infraestrutura de compartilhamento de dados mais robusta e um incentivo financeiro para oferecer cuidados proativos, podem ajudar as comunidades a criar as bases sólidas da saúde que podem se traduzir em prosperidade econômica, produtividade, inovação e bem-estar melhorado.

“As tecnologias que facilitam a coleta, compartilhamento e uso de dados permitem que empresas, pesquisadores, agências governamentais e cidadãos criem novas ideias, tomem melhores decisões, desenvolvam novos produtos e serviços valiosos e gerem benefícios sociais consideráveis”, conclui o relatório.

big data

O entendimento da população faz com que os provedores de cuidados da saúde (profissionais da saúde, hospitais, planos de saúde, governo) tenham maior assertividade em relação a abordagem e aos produtos vendidos a essa população, garantindo um produto rentável à empresa e agregando valor ao consumidor, que se identificará com o produto e solução propostos.

Essa abordagem já é vista pelo Google e Facebook, por exemplo. Ambos possuem Big Data de alcance mundial, aonde é possível identificar tendências em diversas esferas sociais com anos de antecedência.

Com a Saúde essa identificação de “tendências” pode significar uma grande melhoria na saúde preventiva mundial, diminuindo epidemias e doenças sazonais, por exemplo.

 

healthcaretrak_semfiltro

MISSÃO DE SAÚDE AO VALE DO SILÍCIO 

Healthcare Trek 2017 é uma missão ao coração da transformação digital em saúde no Vale do Silício, que irá levar um grupo de 20 transformadores em saúde para conhecer e interagir com os fundadores das startups digitais de saúde, que estão transformando o setor. Participaremos da Conferência Health 2.0, a maior Conferência de Startups em Saúde Digital do Mundo e teremos conversas transformadores com incríveis líderes em saúde de organizações como Stanford Biodesign, Startup HealthStack.

We are READY TO GO!

Participe!

Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

Conheça a Forward: a Clínica do Amanhã, Hoje!

Durante a Healthcare Trek 2017, visitaremos a Forward, o projeto do Ex-Google, Adrian Aoun, para reinventar os cuidados de saúde com um toque de Apple, Netflix e AI.

Forward é um novo tipo de consultório médico, que reúne médicos de classe mundial com tecnologia avançada para gerenciar sua saúde e seus objetivos de forma proativa. Forward significa melhor qualidade, melhor acesso e uma melhor experiência.

forward

A Clínica possui 3 pilares:

  • Melhores médicos, treinados em medicina interna e familiar com experiência de instituições como Sutter, Stanford e Kaiser.
  • Melhor tecnologia de saúde, como testes de sangue em tempo real, triagem genética, sensores e machine-learning.
  • Melhores planos, feitos em colaboração com seu médico para trabalhar em direção a seus objetivos específicos.

 

Na clínica de San Francisco, os pacientes são encaminhados do lobby para um scanner de corpo infravermelho que lê seus sinais vitais.

Em uma sala de exame aconchegante, o médico puxa uma espécie de televisor no tamanho da parede, visualizando os dados do paciente. As recomendações médicas aparecem na tela e os algoritmos de reconhecimento de fala ajudam a transcrever a conversa em tempo real e adicionar aos registros de saúde do paciente.

Os pacientes podem passar na farmácia no próprio local ou por sensores de saúde, que captam seus sinais essenciais. Depois de sair pela porta, um aplicativo retransmite dados biométricos para a clínica, onde a equipe médica que monitora pacientes pode responder a mensagens de texto dentro de 30 segundos, 24 horas por dia.

forward.jpg
Scanner utilizado para medição primária do paciente

Mas o valor real você não vê. O alto grau de inovação do Behind Forward, o software de dados que executa o que a empresa promete será o novo sistema operacional para cuidados de saúde. Sua tese é que grande parte dos U$ 3 trilhões ou mais que os americanos gastam em cuidados de saúde a cada ano são extravagantes, com processos precários e mão-de-obra cara, diz o fundador da Forward, Adrian Aoun.

Como empreendedor em série, já tendo liderado projetos especiais no Google, Adrian Aoun vê os cuidados de saúde como um dos maiores problemas de engenharia, mais caros e desproporcionais do mundo.

Forward planeja ganhar seu dinheiro a longo prazo, operando uma rede global de clínicas de cuidados primários e construindo o back–end para executá-los, embora o plano ainda esteja em construção.

Para fazer isso, Forward está utilizando uma abordagem do Vale do Silício. A equipe do Forward, tirada do Google, Uber e Facebook, passou um ano assistindo médicos tratando os pacientes em sua clínica improvisada em um local de San Francisco. Suas observações levaram a repensar a visita ao médico desde o início.

 

healthcaretrak_semfiltro

MISSÃO DE SAÚDE AO VALE DO SILÍCIO 

Healthcare Trek 2017 é uma missão ao coração da transformação digital em saúde no Vale do Silício, que irá levar um grupo de transformadores em saúde para conhecer e interagir com os fundadores das startups digitais de saúde, que estão transformando o setor. Participaremos da Conferência Health 2.0, a maior Conferência de Startups em Saúde Digital do Mundo e teremos conversas transformadores com incríveis líderes em saúde de organizações como Stanford Biodesign, Startup HealthStackLivongo.

Participe!

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci
HIHub Leader Development Program
felipe.ricci@hihub.co

Healthcare Trek 2017: As Apostas do Y Combinator em Startups de Saúde!

Y Combinator é uma aceleradora que realiza investimentos Seed em empresas iniciantes. Ela oferece financiamento, assim como consultoria de negócios.

A estratégia da aceleradora é realizar um investimento baixo, mas que permita que os fundadores se dediquem a empresa. Além disso, a YC oferece o seu espaço no Vale do Silício para que as startups investidas estruturem e aprimorem seu produto em uma das regiões mais inovadoras do mundo.

Esse ciclo de aceleração geralmente ocorre durante 3 meses, e no final da trajetória acontece o Demo Day, com o intuito de conectar investidores e startups.

 

yc1

O Demo Day tornou-se um grande negócio. Desde o primeiro, que teve 15 investidores, ele cresceu para um dia inteiro de evento para cerca de 400 investidores.

Não existe outro evento onde grande parte dos principais investidores em startups estão todos em um só lugar.

O objetivo no Demo Day é para que startups mostrem seus trabalhos na fase que eles estão. Há investidores dispostos a investir em todas as fases, se o Pitch parecer promissor.

Entre e após as apresentações no Demo Day, os fundadores e investidores convivem e interagem mais. O objetivo não é convencer os investidores no local, mas promover as startups e apresentá-las.

O grande destaque da Demo Day (fonte: http://tcrn.ch/2wBClyG) desse ano é o alto número de startups de Health Care. Aqui estão algumas que representam o futuro de saúde no mundo inteiro.

 

Darmyian

YC

Darmiyan é uma startup que utiliza software proprietário totalmente automatizado, assim produz mapas que visam reduzir o custo e o tempo necessário para testar Alzheimer com início precoce até 15 anos, antes do início dos sintomas. A empresa já testou 3.000 pacientes até agora.

Mesmo antes de se submeter à aprovação da FDA, a empresa assinou um contrato de U$1 milhão. Atualmente, existem 26 milhões de americanos que devem ser testados, e cada teste custa U$ 500, o que significa um potencial mercado de U$ 13 bilhões para a empresa.

 

Forever Labs

yc1.jpg

Forever Labs quer coletar, congelar criogênicamente e posteriormente transplantar suas células-tronco no seu eu mais antigo para combater o envelhecimento.
As células-tronco mostraram ajudar na melhora da vida dos camundongos em 16%, mas quanto mais velho você extrai essas células, menos elas ajudam a combater a doença.

Agora, Forever Labs tem 20 médicos que fornecem o procedimento, mas espera estar em todos os principais mercados dos EUA até o próximo ano. O banco de células-tronco tem estimativa de ser um mercado de U$ 56 bilhões, acredita a empresa.

 

Totemic Labs

Portrait of a senior man

Milhões de idosos caem todos os anos, e mesmo quando os idosos possuem colares e outros wearables, eles regularmente esquecem de usá-los. Este é um risco para a segurança e uma falha no design do produto.

A Totemic Labs está construindo um dispositivo que se assemelha a um Echo da Amazon que usa wireless para identificar e responder automaticamente às quedas do idoso. A equipe promete que um único dispositivo pode monitorar uma casa inteira. Por seus esforços, a Totemic ganha U$ 300 por ano por dispositivo dentro de um mercado de U$ 12 bilhões.

 

Helix Nanotechnologies

Inauguration of Nestle SA's Health Sciences Institute

A Helix Nanotechnologies usa inteligência artificial para ajudar a curar doenças genéticas. Erros no DNA causam câncer nas células, mas usando tecnologia de ponta de AI, Helix está tentando desbloquear o núcleo das células e implementar um novo DNA.

A Helix está licenciando sua tecnologia para quatro grandes empresas, mas buscando desenvolver sua própria terapia celular.

 

healthcaretrak_semfiltro

MISSÃO DE SAÚDE AO VALE DO SILÍCIO 

Healthcare Trek 2017 é uma missão ao coração da transformação digital em saúde no Vale do Silício, que irá levar um grupo de transformadores em saúde para conhecer e interagir com os fundadores das startups digitais de saúde, que estão transformando o setor. Participaremos da Conferência Health 2.0, a maior Conferência de Startups em Saúde Digital do Mundo e teremos conversas transformadores com incríveis líderes em saúde de organizações como Stanford Biodesign, Startup HealthStackLivongo.

Participe!

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci
HIHub Leader Development Program
felipe.ricci@hihub.co

Healthcare Trek 2017: Livongo e o Cuidado Digital do Paciente Diabético!

Uma das visitas confirmadas na Healthcare Trek 2017 é a Livongo, uma super startup que auxilia pacientes crônicos no seu dia-a-dia, melhorando a qualidade de vida e dando confiança ao usuário.

Livongo é uma empresa de saúde digital que capacita pessoas com condições crônicas para viver uma vida melhor. A empresa desenvolveu uma abordagem completamente nova para o gerenciamento do diabetes que combina a tecnologia mais recente desenvolvida com coaching de seus clientes.

Entre seus investidores, estão a Microsoft Ventures e a Humana, duas investidoras com enorme conhecimento de mercado e que apostam em soluções sólidas e de grande impacto na saúde da sociedade.

Segurança e Confiança 

No mês de julho, a Livongo impressionou em um estudo de sua ferramenta de gerenciamento de diabetes.

A empresa é apenas um dos poucos pioneiros da saúde digital cujas plataformas de gerenciamento de doenças estão começando a amadurecer – e o diabetes será o maior mercado para esses produtos.

No núcleo do “Livongo for Diabetes Program”, o leitor de glicose no sangue reúne informações para fornecer dicas personalizadas em tempo real para pacientes.

Estes dados são transmitidos automaticamente para um aplicativo que acompanha e podem ser compartilhados com os membros da família.

Os dados também podem ser enviados aos coaches do Livongo que podem entrar em contato com usuários se as leituras de glicose no sangue forem muito altas (hiperglicemia) ou muito baixas (hipoglicemia).

Crônico

A Melhora na Qualidade de Vida do Usuário

A ideia por trás da solução da Livongo é melhorar a intervenção bem-sucedida em ambos os casos de hipo e hiperglicemia. Ao fazê-lo, os pacientes com diabetes podem evitar visitas hospitalares desnecessárias e dias de trabalho perdidos, ao mesmo tempo em que reduzem os custos de saúde.

Novos dados publicados no Journal of Medical Internet Research mostram que os membros do Livongo experimentam uma menor probabilidade de leituras elevadas ou baixas de glicemia.

Especificamente, os usuários experimentaram uma diminuição média de 16,4% e 18,4% nas leituras altas e baixas de glicemia, respectivamente.

healthcaretrak_semfiltro

MISSÃO DE SAÚDE AO VALE DO SILÍCIO 

Healthcare Trek 2017 é uma missão ao coração da transformação digital em saúde no Vale do Silício, que irá levar um grupo de transformadores em saúde para conhecer e interagir com os fundadores das startups digitais de saúde, que estão transformando o setor. Participaremos da Conferência Health 2.0, a maior Conferência de Startups em Saúde Digital do Mundo e teremos conversas transformadores com incríveis líderes em saúde de organizações como Stanford Biodesign, Startup HealthStackLivongo.

Participe!

Atenciosamente,

Felipe Ricci
HIHub Leader Development Program
felipe.ricci@hihub.co

Healthcare Trek 2017: Como o Engajamento Digital de Pacientes está Transformando a Saúde!

Engajar o paciente, melhorar sua qualidade de vida e incentivar novos hábitos são temas em pauta há anos no setor da saúde. Melhorar esses aspectos auxilia empresas, governo e a população na redução de gastos, redução de filas de espera e na melhoria dos sistemas de saúde no geral.

Identificando esses pontos, várias startups tem trabalhado para aumentar o engajamento de usuários, com incentivos econômicos e sociais, por exemplo.

 

Game

 

Os problemas da rotina

Em estudos sobre a rotina e cotidiano de pacientes com doenças crônicas ou problemas de saúde, é possível observar que uma das maiores dificuldades para adesão ou permanência em programas de saúde e qualidade de vida, notadamente para pessoas que trabalham ou trabalham e estudam, é a falta de tempo.

A rotina diária para administrar atividades pessoais, de trabalho, familiar, de estudos, entre outras, é um grande desafio que, consequentemente compromete o próprio cuidado com a saúde.

 

As soluções tecnológicas

É importante salientar que, a inovação e tecnologias voltadas ao cuidado da saúde e qualidade de vida são muito importantes e de extrema relevância para auxiliar no cuidado e melhor condição de saúde individual e populacional, mas também faz-se necessário ressaltar que a adesão ou participação do gerenciamento e cuidado com a própria saúde não depende exclusivamente de mudanças de comportamentos individuais, mas em alguns casos também de mudanças a nível organizacional.

 

Engajamento

 

O auxilio na prevenção

Engajar a população pode auxiliar na prevenção de doenças, diminuindo diversos custos privados e governamentais, além de custos do próprio paciente. Prevenção é um dos fatores mais relevantes em relação à saúde populacional, isso pois uma população com uma idade avançada e sem acompanhamento prévio de sua saúde pode acarretar graves problemas na economia do país.

Incluir um auxilio preventivo é fundamental para mantermos a população saudável e ativa por mais tempo, aumentando a qualidade de vida e impulsionando a economia do país.

 

A alternativa das empresas

Muitas empresas/instituições estão implementando ou aprimorando programas direcionados ao bem estar e qualidade de vida de sua equipe, mas na maioria dos programas, o individuo não tem controle da organização ou conteúdo do trabalho que podem ser fatores de adoecimento ou agravamento de problemas de saúde.

Uma visão integral de saúde (física, emocional, ocupacional), incluindo, o tipo, formas, conteúdo e organização do trabalho, rotina diária e o conhecimento que as pessoas tem sobre sua saúde, podem auxiliar no engajamento de pacientes.

 

Na Healthcare Trek 2017, missão de saúde ao Vale do Silício, iremos visitar startups que auxiliam os funcionários de empresas a serem mais ativos e se relacionarem por meio desse engajamento na saúde e qualidade de vida.

Paticipe!

 

HealthcareTrek_SocialMedia_1200x1200_04

 

Andréa Luz

Psicóloga

Mestre e Doutora em Ciências

Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

Jeff Bezos, o Homem Mais Rico do Mundo, se Prepara para Revolucionar a Saúde!

Com uma valorização surpreendente da Amazon, Jeff Bezos se tornou o homem mais rico do mundo, com 90,5 bilhões de dólares, segundo a Forbes, ultrapassando Bill Gates.

Bezos  se destaca pela ousadia e vontade de apostar na inovação, e esses pontos mostram o porquê que a Saúde será revolucionada pelos seus investimentos.

 

1- A Amazon aposta, ao mesmo tempo, em computação em nuvem e em alimentos saudáveis, duas vertentes muito distintas, e ainda assim o mercado acredita na aposta.

2- A Alexa é uma das inovações mais aplaudidas da Amazon, e sua evolução tende a auxiliar em casos clínicos tratados em casa, utilizando IA e seus avanços.

amazon
Os avanços com a Alexa são extraordinários

 

3- A Amazon comprou no último ano uma empresa de Health Tech, a 1492, que tem como objetivo melhor e auxiliar pacientes e médicos com um Big Data mais funcional e preciso.

4- Junto com a 1492, a Amazon já trabalha em um sistema de Telemedicina, conectando médicos e pacientes, e incorporando a IA da Alexa no processo.

Amazon Readies Kindle Fire Update to Keep Up With Apple, Google
Jeff Bezos durante um Talk nos EUA.

 

Agora, o homem mais rico do mundo deve atacar o sistema de planos de saúde norte-americano, e promover uma transformação nunca antes vista no setor.

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci
HIHub Leader Development Program
felipe.ricci@hihub.co

Qual será o futuro dos Planos de Saúde ?

Em torno de 1,5 milhão de brasileiros não possuem mais um plano de saúde. Esses dados da ANS  são dos últimos 12 meses e esse fato se deve em parte pela recessão, que tirou o poder de compra do serviço do consumidor ou retirou o emprego desse consumidor.

A recessão, o envelhecimento da população e a alta demanda do sistema de saúde prejudicou o poder de compra do consumidor, como fez com que as operadoras de saúde restringissem ainda mais a oferta de planos de saúde individuais.

crise-e-planos-de-saude

Outro fator que deve agravar o sistema é que todos os 8,2 milhões de usuários de planos de saúde individual e familiar devem sofrer um ajuste de 13,55% (Fonte: Idec). Esse reajuste, que é o mais baixo do mercado por ser regulado pela ANS, representa o triplo da inflação oficial medida pelo IPCA.

Contudo, os planos de saúde empresariais, que representam a maior parte do mercado de saúde suplementar sofreram reajustes significativamente maiores, que em muitos casos superou os 30% (Fonte: Idec).

Como alternativa, o governo tenta promover planos de saúde acessíveis, que visam suprir as necessidades dos ex-usuários ou potenciais ex-usuários, porém com menor acesso a tratamentos e exames, o que gera grande preocupação.

Esses planos empregam, por exemplo, co-participação de 50%, além de permitir ajustes nos preços de serviços apenas com base em planilhas de custos.

crise-e-planos-de-saude

Segundo Ana Carolina, do Idec, esses planos são insuficientes para o paciente, aumentando a insegurança no sistema e podendo causar graves prejuízos e, inclusive, fazendo aumentar a quantidade de ações judiciais contra as operadoras.

Somando os fatores e os possíveis ajustes, é possível compreender o colapso pelo qual estamos correndo sério risco de passar. São poucas as alternativas e poucos investimentos, resultando em uma necessidade imediata de transformação.

Falta as operadoras, seguradoras e demais grandes players discutirem as soluções. Em nosso próximo evento, falaremos sobre a Gestão da Saúde Populacional, que irá auxiliar nesse debate e trabalharemos em busca de novas soluções. 

Para saber mais, inscreva-se AQUI!

Saúde Populacional Disrupt! O Trek da transformação vai começar!

 

Quais soluções podem salvar os planos de saúde ou serem alternativas para eles?

Comente abaixo!

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

 

 

 

Uma nova alternativa para Pacientes Crônicos!

Pesquisadores e médicos finalmente encontraram um meio da tecnologia melhorar a vida de pacientes crônicos.

Auxiliá-los a se cuidarem melhor é a meta há anos, mas barreiras sempre foram encontradas, pelo próprio problema da rotina e do tédio dos tratamentos e dos cuidados exigidos.

digital-health1

Dados norte-americanos destacam que metade dos adultos sofrem de uma ou mais doença crônica, o que resulta em 7 mortes a cada 10 adultos relatados com alguma doença crônica. Em relação aos custos, o gasto com doenças crônicas é de mais de 80% do total de gastos em cuidados com a saúde no norte-americanos.

A alternativa que vem sendo debatida ao longo dos anos é a prevenção dos casos. O que impede tal ação é a alta demanda dos médicos, o que impossibilita a mudança na abordagem dos casos.

Os apps de corrida, de exercício e tantos outros que se destacam por auxiliar o usuário a melhorar seus hábitos, infelizmente não se integram com o médico ou hospital ou qualquer outro profissional de saúde. Essa integração facilitaria o tratamento em alguns casos e diminuiria os custos em vários setores.

Entretanto, alguns estudos mostram que estão surgindo tecnologias que integram monitoramento remoto, comportamento do paciente e intervenção personalizada guiada pelos próprios médicos.

digital-care

Essas tecnologias podem diminuir drasticamente os custos relacionados ao tratamento desses pacientes, além de aumentar o engajamento dos pacientes ao tratamento.

Nos EUA, hospitais e centros de saúde estão adotando essas tecnologias que podem ser integradas a smartphones, wearables e outros tipos de sensores.

Essas alternativas empoderam o paciente, dando a eles a confiança de estarem sob cuidados a todo momento. Essa tecnologia melhora também a questão do cuidado contínuo, já que ao analisar os dados extraídos da rotina do paciente, o profissional da saúde responsável pode ser mais assertivo e sugerir tratamento personalizado.

Esse monitoramento contínuo demonstra ao paciente a necessidade de manter atenção sobre a sua saúde, o que aumenta o engajamento e melhora a relação com o médico, já que o cuidado personalizado mostra que ele está recebendo suporte de uma forma única e extremamente vantajosa para sua qualidade de vida.

 

Quais soluções já estamos vendo que se assemelham as ferramentas descritas?

Comente abaixo!

 

Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

 

Clínica do Amanhã 2017: A telemedicina rompendo fronteiras na saúde!

Em um país continental como o Brasil, a falta de planejamento em diversas áreas promove oportunidades para empreendedores que compreendem as demandas da população.
Foi assim que Dr. Carlos Camargo iniciou sua startup, a Telemedicina Brasil. Trabalhando por anos na área da saúde em diversas localidades, visualizou um problema e planejou a solução do mesmo.
Com diagnósticos à distância, a Brasil Telemedicina é pioneira no ramo da medicina remota, e promete continuar sua evolução.
Dr. Carlos estará conosco no painel de Saúde Conectada no evento Clínica do Amanhã 2017, dia 23/06, no Cubo. (VAGAS LIMITADAS)

Clinica_do_Amanha_01
 
1- Qual a sua trajetória até a Brasil Telemedicina?

Formei em Medicina em 1981 na Faculdade de Medicina de Catanduva, Residência médica em cardiologia no IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares – São José do Rio Preto, Sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade Paulista de Cardiologia. Iniciei minha carreira médica no interior de Minas Gerais (Frutal) no Triângulo mineiro onde permaneci por 20 anos onde construí um hospital (Hospital Regional) sendo diretor técnico do mesmo por 15 anos, fundador do plano de saúde no mesmo hospital, também fui mantenedor do Lar de idosos Maria do Carmo Rio Vez por 20 anos, fundador do Ambulatório médico Durvalina Mattos Cassiani onde prestei atendimento médico gratuito por 15 anos, além de ter sido vereador por um mandato na mesma cidade.

Retornei a minha cidade natal Campinas no final de 2002 onde após trabalhar em várias clinicas e hospitais fundei em 2005 a empresa Diagnósticos Campinas, clinica de consultas e exames diagnósticos na área de cardiologia. Em 2010 fundei a Brasil Telemedicina serviços diagnósticos.

2- Como você entrou nesse mercado de telemedicina?

Em 2010 observei a possibilidade de realizar laudos de exames a distância para locais onde não existiam especialistas e iniciei as atividades da Brasil Telemedicina em cidades da região metropolitana de Campinas.

Entre 2011 e 2012 ocorreu um grande crescimento na procura pelo serviço de laudo de exames a distância o que nos levou a criar o primeiro sistema web de recebimento e envio de exames via internet. No final de 2012 atingimos 500.000 laudos realizados e em março de 2017 atingimos a marca de 4 milhões de exames laudados, atendendo clientes, clinicas e hospitais em mais de 500 cidades.
 
3- Quais as dificuldades em implementar novas soluções no mercado atual?
O mercado brasileiro para investimento em atendimento através de telemedicina é fantástico por suas dimensões (+ de 200 milhões de habitantes), pela carência de médicos, de hospitais, de equipamentos e ausência de política de saúde séria e de caráter efetivo. As dificuldades atuais estão ligadas a legislação desatualizada do CFM em relação ao que está ocorrendo nos países desenvolvidos, a dificuldade em conseguir um certificado Anvisa para novas tecnologias oriundas de outros países ou mesmo as que aqui são desenvolvidas e a falta de investimento e políticas públicas ou de incentivo a iniciativa privada na busca de soluções para a área da saúde.
 
4- Como essa tecnologia auxilia o médico e o paciente?
A tecnologia usada na tele-consulta, da monitorização dos sinais vitais, na prevenção primária,  na simples orientação médica e na sinalização de emergências e urgências mostra hoje grandes benefícios a médicos e pacientes tais como redução de internações e reinternações, redução na ida ao pronto socorro, e redução de simples consultas eletivas baseadas apenas na busca de orientação médica e não prescrição de medicamentos.
O médico passa a ter mais dados de seus pacientes o que pode facilitar a gestão de medicamentos e muitas vezes antecipar-se as urgências antes que ocorram e levem à internações que poderiam ser evitadas.

5- Quais novidades veremos nos próximos anos?

 As novidades serão inúmeras, desde simples equipamentos de medição de sinais vitais, controle de taxas de glicemia, oximetria, traçado em tempo real de eletrocardiograma como também a presença de sensores que farão a monitorização de todos os parâmetros importantes para a manutenção da vida e, melhor ainda, totalmente integrados a celulares, relógios e implantáveis de múltipla função no controle do equilíbrio das reações do corpo humano.
E por último, estamos trabalhando em um novo projeto direcionado as empresas no sentido a monitorar, educar e criar planos de ação para seus funcionários na tentativa de diminuir o número de consultas médicas através da monitorização e orientação sistemática da saúde do trabalhador e com isso diminuir doenças, e outros fatores que levam a processos trabalhistas. Vamos monitorar o trabalhador em todas as atividades dentro e fora das empresas demonstrando a eles a importância desta integração e busca de qualidade de vida.
                           NÃO PERCA!!! SEJA PARTE DA CLÍNICA DO AMANHÃ! 
Logo- Clínica do Amanhã

Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co

Antes da disruptura, a estruturação da saúde!

Foto: “TRANSFORM”

Tive o privilégio de realizar a minha formação em Medicina, na Escola Paulista de Medicina, tendo como base, o Hospital São Paulo como referência. No meu primeiro para o segundo ano, uma greve de mais de doi meses tomou conta da Universidade, parando completamente as atividades. Minha vida, que naquele momento rodava em torno da Universidade subitamente parou, que sensação mais estranha aquela, mas no decorrer dos anos aceitei aquela situação como normal.

Como empreendedor e inovador em saúde tenho a oportunidade de viajar o mundo e conhecer diferentes sistemas de saúde, pude ver como a Índia estruturou um modelo hospitalar completamente diferente diferente, para que um país sem um Sistema único de saúde possa dar acesso para a população, mesmo para cirurgias de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, que são pagas “out of pocket”, diretamente do consumidor para o prestador de saúde. Porém para chegar nesta solução, eles têm um sistema de vigilância sanitária completamente diferente, o que permite que as cirurgias continuem sendo seguras, a um preço muito mais acessível.

Aqui no Brasil vemos a explosão das Clínicas Populares, oferecendo consultas e exams a um valor que a população pode pagar. A Clínica Fares, do cardiologista Adiel Fares, é pioneira neste segmento, com mais de 25 anos de tradição, oferecendo até mesmo Ressonância Magnética para seus pacientes.

Porém, tendo acabado de retornar do Canadá, é impressionante observer a realidade de um Sistema de saúde público que funciona, que tem uma demora considerável para casos eletivos, mas que oferece tratamento digno para os que necessitam e cujos hospitais contribuem imensamente com o avanço da saúde, tendo a descoberta da insulina como um de seus exemplos mais importantes. Mesmo sendo o Sistema público, o número das doações particulares para hospitais é simplesmente impressionante.

Empreendedores não deveriam ter como missão superar as falhas e as obrigações do governo, o SUS é um direito de todos e uma obrigação do governo, podemos desistir do SUS e buscar um outro modelo, mas não podemos achar aceitável que a falta de acesso encontrada no SUS, possa ser resolvida parcial ou totalmente por startups.

Como médicos aprendemos a tratar vidas, mas ver sistemas de saúde e hospitais de referência agonizar, como a Santa Casa de São Paulo e o Hospital São Paulo, é uma situação para as quais não fomos preparados. São só falta de recursos o problema, porque ex-alunos não são “convidados” a contribuirém, porque a comunidade não é convidada a contribuir ?

Hoje, por incrível que pareça, estas alternativas muitas vezes não são legalmente possíveis.

Olhar este problema de modo mais amplo, é fundamental para buscarmos novas alternativas para solucionar o problema, mas é fundamental transparência, disposição para o diálogo e abertura para refletir sobre novas formas de pensar.

Durante a graduação fiz inúmeras anamneses de pacientes, porém certa vez peguei uma anamneses já pronta e fui apresentar o caso numa reunião da Liga Acadêmica de Clínica Médica  .  Aquilo foi um grave erro, do qual me arrependo até hoje. Naquele dia aprendi que , “Você tem que buscar a sua verdade” É  fundamental para profissionais de saúde não só fazerem anamneses de pacientes, mas também analisarem e criticarem a saúde e os problemas dos serviços de saúde nos quais se encontram. Certamente, serviços de saúde saudáveis, tem mais condições para cuidar de seus pacientes.

Atenciosamente,

Fernando Cembranelli

CEO Berrini Ventures/Health Innova HUB

Fernando@hihub.co