Programação Clínica do Amanhã 2018: Faltam 4 dias!

CLÍNICA DO AMANHÃ 2018: PARTICIPE

A Clínica do Amanhã 2018

Faltam apenas 4 dias para o Clínica do Amanhã 2018 e a programação está simplesmente incrível, com mais de 40 palestrantes, em 7 painéis diferentes, porém complementares, que tem como objetivo contar como está ocorrendo a transformação na saúde, fora do ambiente hospitalar, o que culminará, no último painel, com o Health Tank 2018, um painel em que 6 excelentes startups de saúde, se apresentam para um excelente painel de jurados, incluindo investidores, sistemas de saúde e pacientes.

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Foto: Programação Atualizada, Clínica do Amanhã 2018

Saiba mais sobre os PALESTRANTES

Vídeo: Clínica do Amanhã 2017

ConectividadeemSaúde

Foto: Painel-Conectividade em Saúde-Clínica do Amanhã 2017

Últimas vagas,

Fernando Cembranelli, MD/MBA

“Leading  Healthcare Innovation Ecosystems

Clínica do AMANHÃ AO VIVO: Construindo a Saúde do Amanhã! (Startups Fix It,Imuno Thera e Jaleko) – HOJE,19:00

Descubra como Felipe Neves, da Fix It, Luana Raposo de Moraes, da Imuno Thera e o cardiologista Guilherme Bola, da Jaleko estão construindo a saúde do amanhã, com o apoio da ACE, CIETEC e Entropia, respectivamente

Startups de Saúde, que participarão deste Clínica do Amanhã AO VIVO:

CURTA O CANAL HEALTH INNOVA HUB

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Time Health Innova HUB que participará da entrevista”

  • Bruno Lima (HIHUB Changemaker)
  • Abigail Gouveia (HIHUB Changemaker)
  • Fernando Cembranelli (Health Innova HUB CEO)

NÃO PERCA AS PRÓXIMAS!

Será excelente!

Fernando Cembranelli, MD/MBA

“Leading  Healthcare Innovation Ecosystems”

 

HealthcareTrek 2018, Missão de Saúde ao Vale do Silício (12-20/Out)

HEALTHCARE TREK 2018: SAIBA MAIS

Quando estava terminando meu MBA de DUKE, nos Estados Unidos, tive o insight de fazer uma missão de brasileiros ao Vale do Silício, focada em inovação em saúde. Esta missão nasceu com o nome de HealthcareTrek e este ano completará a sua quarta edição, sendo a atividade de maior impacto que fizemos desde que comecei a empreender em saúde com o EmpreenderSaúde e agora com o Health Innova HUB.

HealthcareTrek 2018

Foto: Missões Healthcare 2014, 2016 e 2017

Nestas missões conheci grandes amigos como Flávio Camilo, que participou e participa de todas as nossas missões desde então, sociedades foram formadas, no caso da startup Consulta do Bem, negócios foram fechados, amizades nasceram e, acima de tudo um compromisso com a mudança de mindset necessária, para fazer a inovação em saúde acontecer no Brasil.

Este ano, a missão será realizada de 12 a 20 de Outubro, com o compromisso de mais uma vez entregar uma oportunidade única para uma comunidade de empreendedores e inovadores em saúde, pronta para chegar na primeira divisão global do empreendedorismo e da inovação, em saúde.

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Foto: HealthcareTrek 2014 visita Omada Health, pioneira em Digital Health Therapeutics

Vídeo: Day 3 HealthcareTrek 2017: Pacientes 2.0 e Providers

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Foto: HealthcareTrek 2017 visita à Draper University

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Foto: Fernando Cembranelli, Health Innova HUB, na Draper University

Vídeo: Day 4 HealthcareTrek 2017: A Saúde em Disrupção, na Conferência Health 2.0

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Foto: HealthcareTrek 2017 com GE Ventures

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Foto:  Reconhecimentos da GE Ventures, como investidora em saúde digital

HEALTHCARE TREK 2018: SAIBA MAIS

Será imperdível,

Fernando Cembranelli, MD/MBA

Founder y CEO Health Innova HUB

No Dia Internacional da Mulher, AO VIVO, celebra as mães empreendedoras e inovadoras em saúde!

Excepcional celebrar o Dia Internacional da Mulher, numa incrível entrevista AO VIVO, com Empreendedoras em Saúde e Maes excepcionais! Muito obrigado Abigail Gouveia e Felipe Ricci pela liderança, Aline Pedrazzi, Marina Vaz, Fabiana Almeida e a Mi Irma da Injoy, vocês são mulheres, empreendedoras e mães excepcionais! by Health Innova HUB

IMPERDÍVEL:

Não percam esta conversa excepcional,

Fernando Cembranelli, MD/MBA

Founder y CEO Health Innova HUB
” Leading Healthcare Innovation Ecosystems, across Latin America”

Clínica do Amanhã AO VIVO: Os desafios das mães + empreendedoras e inovadoras em saúde! (08/03 às 19:30)

Nesse especial Clínica do Amanhã AO VIVO e homenagem ao  Dia Internacional das Mulheres, colocaremos em pauta a participação das mulheres em grandes empreendimentos e cargos de liderança, bem como conciliar carreira, maternidade com muitas outras questões.

Debateremos com mulheres brilhantes como Micheli Junco (CTO da B2Mamy aceleradora de mães empreendedoras), Aline Pedrazzi (Gerente Executiva no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP), Marina Vaz (Criadora da SoulVox, startup com a missão de dar voz a quem as perdeu e Founder da Scooto, foco em serviços customizados para empreendimentos em crescimento) e Fabiana Almeida (Fisioterapeuta e Founder da TechBalance, startup focada em sensores wearable para equilíbrio postural e prevenção de queda em idosos).

Participe do AO VIVO (08/03,19:30)

CLÍNICA DO AMANHÃ 2018: IMPERDÍVEL!

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Foto: Alguns dos palestrantes do Clínica do Amanhã 2018

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Foto: Só palestrantes excepcionais no Clínica do Amanhã 2018

 Palestrantes CONFIRMADOS:  

SAIBA + : CLIQUE AQUI

  • Startups de saúde selecionadas
  • Visitas presenciais à startups e clínicas referência (LIMITADO)
  • Clínica do Amanhã ACADEMY: Aulas on-line imperdíveis, sendo a inaugural com o tema: Marketing 4.0, na Saúde

 Imperdível,

Abigail Gouveia

Health Innova HUB in Training

 

AO VIVO: Da IDÉIA à PATENTE, no Brasil

Foto: Curso de Empreendedorismo e Inovação em Saúde 2017

Esta entrevista, AO VIVO, com Abigail Gouveia, revela o que ela descobriu ao pesquisar sobre como funcionam as patentes no Brasil, quais inovações necessitam desta proteção, quais são as etapas, os custos e quais são as considerações estratégicas que se deve fazer antes de iniciar seu processo de patente.

Vídeo: Como ir da IDÉIA à PATENTE, no Brasil ? por Abigail Gouveia e Fernando Cembranelli

Muito obrigado,

Fernando Cembranelli, MD/MBA

CEO Health Innova HUB

 

 

Como ir da IDÉIA à PATENTE, no Brasil ?

O titulo de patente permite a exclusividade da exploração comercial de um determinado produto (a não ser que o titular licencie para terceiros por meio de royalties, por exemplo). O propósito da patente é garantir o retorno do investimento por parte da Indústria no que se diz respeito à Pesquisa e Desenvolvimento e a divulgação do produto.

AO VIVO: Como ir da IDÉIA à PATENTE, no Brasil? c/ Abigail Gouveia e Fernando Cembranelli

O Brasil foi signatário da Lei de Propriedade Intelectual somente em 1996, que foi adotado para tornar o país compatível com TRIPS (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio) o que deu margem a questões de adequação das de suas próprias leis e originou um acúmulo exacerbado de pedidos de concessão. Hoje, o estoque de pedidos atinge 230 mil processos (backlog) e se nenhuma medida for tomada a tendência é existir 350 mil pedidos em 2029. A estimativa é que um pedido de concessão pode levar até 14 anos em análise.  Devido a essa lentidão na concessão dos pedidos, o Brasil é ranqueado entre 62 países como sendo o mais atrasado na liberação.

Apresentação: O que você deve saber sobre patentes ?, por Abigail Gouveia

Outra questão esta relacionada quanto ao número de examinadores de pedidos que não foi acompanhado pelo aumento de depósitos, equivalente 200% no período de 15 anos. No país, existem apenas 326 examinadores e para suprir em um ano os pedidos já feitos de acordo com o processo tradicional de analise, existiria a necessidade de contratar cerca de 5 mil examinadores, sendo um custo muito alto aos padrões brasileiros; em comparação, nos EUA há 7.800 examinadores, China 2 mil e europeus 4 mil.

Umas das consequências no atraso, diz respeito ao período em que o produto esta sendo comercializado. Vale lembrar, que o título pode ter validade de 20 ou 15 anos se atender aos critérios de patente de invenção ou modelo de utilidade, respectivamente. No caso da indústria farmacêutica, por exemplo, o período de comercialização fica em torno de dez anos, isto porque o titulo de exclusividade passa a valer a partir da data de depósito do pedido, logo, como a média da concessão demora cerca dez anos, existe atraso na comercialização do produto.

Para inibir o atraso algumas alternativas foram sugeridas. Uma delas foi o processo de deferimento simplificado do pedido de patentes, do qual tem como proposta a concessão de todos os pedidos em estoque desde que preencham os requisitos mínimos e não ter sido questionado por terceiros; o que pode trazer consequências na insegurança e competitividade dos produtos, sendo passiveis de sanções econômicas internacionais e desestímulo a inovação. Outra alternativa é o PPH (Patent Prosecution Highway), acordos entre escritórios de diferentes países que visam o compartilhamento de informações, isto é, o primeiro escritório que fizer a analise do pedido de patente disponibiliza os resultados para o segundo, visando evitar esforços e acelerar a concessão. Além disso, o work-sharing corrente é uma maneira de manter a homogeneidade entre os escritórios e ainda, permite aos examinadores uma visão mais ampla de como são feitas as analises, possibilitando a Nação receptora adaptar novos procedimentos internos.

No mundo há cerca de 10 milhões de patentes vigentes (25% nos EUA, 20% no Japão e 15% na China). O Brasil detém cerca de 30 mil, equivalendo a 0,03% do total, e mais, 86% dos pedidos em estoque no país são de empresas estrangeiras, uma reflexão que remete a falta de incentivo à inovação e tecnologia. O estimulo ao desenvolvimento de tecnologias no país é complexo e um dos setor mais atingidos é o farmacêutico, cujo suas patentes de medicamentos têm impacto direto na sociedade brasileira. Assim, partindo do pressuposto que é dever do Estado garantir o bem estar social, caberia a ele intermediar a relação entre o setor acadêmico e o industrial considerando que com a parceria de ambos, os valores investidos nas pesquisas seriam menores, consequentemente o produto final se tornaria mais barato e acessível à população. Mais do que isso, deveria incentivar o pesquisador no caminho a tornar seus estudos passíveis de patente através de programas e fundos de investimentos para melhor estruturação de laboratórios colaborando para a pesquisa e desenvolvimento, sobretudo a produtos voltados a área da saúde.

Apesar dos de tais fatos, o Brasil ainda possui algumas vantagens.

Justamente devido ao atraso, o país possui as menores taxas (o que seria contrassenso se fosse reajustado) sob os pedidos de concessão. Além do mais, a qualidade na analise é boa e é considerada referencia.

Sendo assim, vale a pena patentear no Brasil?

Dúvidas ou sugestões? Deixe nos comentários!

Abigail Gouveia

Health Innova HUB in Training