Saúde – O Acesso ao maior aspiracional das pessoas no novo amanhã

O desejo da casa própria perdeu sua posição de primeiro lugar na lista de desejos dos brasileiros, lista essa que tinha nos três primeiros lugares: casa própria, emprego e plano de saúde.


No novo amanhã o acesso à saúde suplementar disparada como o principal anseio das pessoas. Mais do que justificado para uma realidade onde o tripé da “saúde” (física, emocional e financeira) passou a ser uma necessidade premente na vida de todos, seja consumidor final ou empresários de todos os setores.


A grande questão é como será dado esse acesso a saúde. Estamos iniciando a recuperação de um estado chamado de nova realidade onde as doenças eletivas precisam retomar a realidade. Durante os últimos 3 meses o mercado da saúde parou para tratar as pessoas que estavam com o prazo de validade vencido com a contaminação do coronavírus.


Agora às instituições médicas, clínicas e hospitais, clamam para iniciar o acesso ao tratamento daqueles casos que estão com o prazo de validade prestes a vencer, todos os portadores de doenças crônicas e cirurgias que foram colocados no modo pause.


Garantia de segurança sem contaminação será de algo intangível é um grande desafio para todos os setores da saúde.
Desde que o novo coronavírus chegou ao Brasil, milhares de cirurgias, consultas e exames foram cancelados ou adiados para depois da pandemia.

Enquanto pacientes adoecem em filas, a ociosidade ameaça centenas de clínicas privadas de médio porte, que se preparam para demitir até 350 mil pessoas.
Desde o início da crise sanitária, aproximadamente 70% das cirurgias foram suspensas no Brasil, segundo o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Cerca de 45 mil pessoas podem morrer nos próximos meses por cânceres não tratados nesse período.


Sem dinheiro e mão de obra, hospitais e clínicas terão dificuldade em atender a fila que se formou. “A busca pelos hospitais será grande, um tsunami”. “Agora é a hora da marola: tudo que é considerado eletivo parou e deixaram de fazer caixa. De repente virá uma onda gigante de cirurgias em pacientes com doenças crônicas que não foram cuidadas”.


O acesso será a tona dos próximos tempos e vocês profissionais e instituições de saúde estão preladas para dar conta do recado?


E momento de restruturação é muito estudo. Particularmente estou me dividindo entre aulas, reuniões e consultorias.


Cordialmente
Adriana Leocádio Especialista em direito e Médico e Consumidor

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