HealthcareTrek: Como Big Data e Internet das Coisas vão impactar a Saúde Preventiva e transformar os Planos de Saúde?

Esse ano o CID (Centro de Inovação de Dados) dos EUA divulgou um relatório informando que o uso de dispositivos conectados é uma das características de uma sociedade inteligente, uma vez que a adoção da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) indica uma comunidade com alto nível de alfabetização técnica e interesse em usar dados para aumentar os fatores do estilo de vida.

“Essas tecnologias podem ser usadas para muitas coisas, incluindo monitoramento de estradas e pontes, automação de eletrodomésticos, monitoramento de saúde e fitness e melhoria da eficiência agrícola”, explica o relatório. “Aproveitar o potencial dos dispositivos inteligentes e os dados que geram para o bem econômico e social será uma oportunidade importante nos próximos anos”.

O setor de saúde liderou o desenvolvimento de IoT nos EUA, com wearables entre os dispositivos de consumo mais populares do mercado

 

Os dispositivos de grau médico, incluindo para acompanhamento de pressão sanguínea, monitores cardíacos e outros equipamentos de medição, também aumentaram rapidamente quando os pacientes buscam maneiras mais convenientes e eficientes de monitorar suas condições clínicas.

O desenvolvimento contínuo de dispositivos específicos de saúde é uma área lucrativa de interesse para provedores e fornecedores. Mas os sensores e dispositivos que monitoram fatores ambientais e o local de trabalho, por exemplo, também têm implicações importantes para a saúde.

A qualidade do ar e da água está claramente ligada à saúde e ao bem-estar da população, enquanto as métricas coletadas de sistemas de transporte, edifícios inteligentes, sistemas de energia e até mesmo smart TVs podem fornecer informações cruciais sobre os desafios, hábitos e experiências dos indivíduos à medida que aumenta a interação em suas rotinas.

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A coleta e o uso inteligente dos dados de IoT, combinados com uma infraestrutura de compartilhamento de dados mais robusta e um incentivo financeiro para oferecer cuidados proativos, podem ajudar as comunidades a criar as bases sólidas da saúde que podem se traduzir em prosperidade econômica, produtividade, inovação e bem-estar melhorado.

“As tecnologias que facilitam a coleta, compartilhamento e uso de dados permitem que empresas, pesquisadores, agências governamentais e cidadãos criem novas ideias, tomem melhores decisões, desenvolvam novos produtos e serviços valiosos e gerem benefícios sociais consideráveis”, conclui o relatório.

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O entendimento da população faz com que os provedores de cuidados da saúde (profissionais da saúde, hospitais, planos de saúde, governo) tenham maior assertividade em relação a abordagem e aos produtos vendidos a essa população, garantindo um produto rentável à empresa e agregando valor ao consumidor, que se identificará com o produto e solução propostos.

Essa abordagem já é vista pelo Google e Facebook, por exemplo. Ambos possuem Big Data de alcance mundial, aonde é possível identificar tendências em diversas esferas sociais com anos de antecedência.

Com a Saúde essa identificação de “tendências” pode significar uma grande melhoria na saúde preventiva mundial, diminuindo epidemias e doenças sazonais, por exemplo.

 

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Atenciosamente,

Felipe Ricci

HIHub Leader Development Program

felipe.ricci@hihub.co